Companhia Ferro-Carril São Luiz do Maranhão.

Proprietários / Sócios

Sem registro de data

José Maria Bernes


Linhas


Urbanas:

Largo de Palácio / Cutim (atual Anil).

Largo de Palácio / Estação Central (Alto da Carneira).

Largo de Palácio / João Paulo.

Largo de Palácio / Largo dos Remédios.

Largo de Palácio / São Pantaleão.


Ano de Operação


01.08.1872 – 1879.


Frota

1872 – 11 “bondes animálicos” de 1.ª classe e 06 bondes de 2.ª classe (transporte de cargas).

Fonte

JORNAL “PUBLICADOR MARANHENSE”.
MACHADO, Máximo José Souza. O Bonde em São Luís nos anos 70 do século XIX. São Luís, 1990. p 50. Monografia (Graduação em História) – Universidade Federal do Maranhão.
PALHANO, Raimundo. Coisa Pública: serviços públicos e cidadania na Primeira República. São Luís: IPES, 1988, p. 296 – 310.



Observação

Através da Lei Provincial n.º 907 (15 de julho de 1870), a Assembléia Legislativa autorizou o Presidente Augusto Olímpio Gomes de Castro a efetuar um contrato para a implantação dos bondes em São Luiz. Assim, em 13 de janeiro de 1871, foi assinado o contrato entre o Governo da Província e o empresário José Maria Bernes, surgindo a COMPANHIA FERRO-CARRIL SÃO LUIZ DO MARANHÃO, cujos estatutos foram aprovados pela Assembléia Provincial através do decreto n.º 4.763, de 24 de junho de 1871. Com o início das operações dos bondes a tração animal (ou “bondes animálicos”, no jargão da época) houve uma dinamização do comércio e do mercado imobiliário da capital maranhense, especialmente ao longo do Caminho Grande até o Cutim (atual Anil).
Em 1879, a companhia mudou de proprietário e de razão social, passando a se chamar EMPREZA FERRO-CARRIS MARANHENSE.


  



  



 
 



 
 

 
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